terça-feira, 30 de setembro de 2014

Essa tal felicidade...




Facilmente sentamos em uma mesa de bar, uma sorveteria, livraria, 
e ouvimos e ouvimos pessoas falando sobre a tal felicidade, tema de centenas de livros, congressos, seminários, bate-papos e por aí vai. Mas será que viver buscando a felicidade como algo palpável e  definível, já não dificulta o processo? Se acordamos, levantamos da cama para o cotidiano, para correria de todo dia, não nos damos conta que isso significa que temos ago a que nos dedicar? Se isso não nos satisfaz, se sentimos que não é aquilo que queremos, sempre temos algo a que buscar. O que? Como? Onde? Bom...Aí é a hora de olhar em vota, escutar a voz que vem de dentro e ir à luta! 
 A felicidade está dentro de nós, no que realmente queremos para nossas vidas...Mas isso não cai do céu, tem que buscar e buscar com vontade e responsabilidade. Sempre temos algo dentro de nós que irá nos dizer onde está o sorriso que falta, a energia que queríamos, o tesão e ser quem somos e vivermos como gostaríamos. 

Será que me aceito como sou?





Todos procuram terapia porque sofrem e gostariam de mudar alguma coisa em suas vidas, seu trabalho, no amor, nas relações familiares, na vida social...A terapia propõe um trabalho de " olhar para si", buscar o autoconhecimento, reconhecendo seus reais desejos, pontos fortes e fracos, defeitos e qualidades, aceitando-os. "curioso paradoxo só quando me aceito como sou, posso então mudar" Carl Rogers.
 Conhecer a sí mesmo, traz os instrumentos necessários à mudança desejada. Não será não nos aceitando, nos diminuindo, nos apegando a fatores externos aos acontecimentos do passado, que conseguiremos mudar. 

E como fazer para me aceitar melhor?

Existe um caminho, não tão rápido e fácil, mas o único possível. É necessário olhar com atenção para nossas qualidades e defeitos, ficar atento ao quanto damos de  atenção e valor ao olhar do outro sobre nós, como nos comportamos e agimos sob as mais diversas circunstâncias da vida e reconhecer o que acontece que nos leva a se auto sabotar. Devemos trazer a responsabilidade de nossas vidas para nós  mesmos e não viver culpando os outros pelo que nos acontece. Ninguém nos faz aquilo que não permitimos que nos façam. Sei que é duro admitir, mas, pensemos, é ou não é?!!   
 Aceitar-se melhor é o primeiro passo para esse possível e tão desejado processo de mudança.